"Parar , parar , parar , enfim respirar. Ouvir a chuva que bate no meu telhado numa manhã em que tudo parece estar adormecido. A música que toca aqui é muito mais rápida, lá fora uma câmera lenta coordena tudo".
(L.O.F)
domingo, 23 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Para quando o meu querer se tornar porta para o meu real .
Me deixa então ser um ser que erra,
e que meu errou não cave minha cova com insultos.
Que os insultos sejam só palavras de esquina, eles não perfuram minha pele,
só informam que há gente sem razão por ai , descontrolada e de visão curta.
Quero ter o controle de minha felicidade, dizer o momento certo pra que ela chegue,
não quero ficar ansioso pela espera do meu próximo amor,
nem desacreditar que ele exista.
Desejo viver, pagar por cada erro e gozar de cada acerto.
Quero poder dizer que amo sem rodeios e gritar que já não faz sentido também.
Quando me encontrar com meu amor o resto do mundo deve se tonar um folha branca,
pra que eu possa escrever em volta tudo que aconteceu ali.
(L.O.F)
e que meu errou não cave minha cova com insultos.
Que os insultos sejam só palavras de esquina, eles não perfuram minha pele,
só informam que há gente sem razão por ai , descontrolada e de visão curta.
Quero ter o controle de minha felicidade, dizer o momento certo pra que ela chegue,
não quero ficar ansioso pela espera do meu próximo amor,
nem desacreditar que ele exista.
Desejo viver, pagar por cada erro e gozar de cada acerto.
Quero poder dizer que amo sem rodeios e gritar que já não faz sentido também.
Quando me encontrar com meu amor o resto do mundo deve se tonar um folha branca,
pra que eu possa escrever em volta tudo que aconteceu ali.
(L.O.F)
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
As letras , os pontos e a confusão.
Escrevo um respirar,
respiro uma linha.
Ofegantes letras,
transpiradas por pontos.
Desenho os segundos,
confundo o papel com as tardes, as manhãs com as primeiras linhas,
as madrugadas com os três pontos.
Com as palavras meu sofrer é inverso,
com meu sentir minhas letras ganham significado,
peço que possa escrever, que possam existir sempre as letras,
Como meu presente e meus outros desejos.
O que importa é o desejar e não a simples vontade .
(L.O.F)
respiro uma linha.
Ofegantes letras,
transpiradas por pontos.
Desenho os segundos,
confundo o papel com as tardes, as manhãs com as primeiras linhas,
as madrugadas com os três pontos.
Com as palavras meu sofrer é inverso,
com meu sentir minhas letras ganham significado,
peço que possa escrever, que possam existir sempre as letras,
Como meu presente e meus outros desejos.
O que importa é o desejar e não a simples vontade .
(L.O.F)
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Espetáculo: Apesar dos erros do Mundo em: Um pouco de tudo.
Hora
sábado, 10 de setembro · 19:00 - 20:00
Localização
Sala 35 - Escola de Minas - Praça Tiradentes , Ouro Preto
Criado por
Léo Oliveira
Mais informações
Direção Geral e Iluminação : Luana Crempe.
Direção Musical : Everton José
Dramaturgia e Interpretação: Leonardo Oliveira
Caracterização: Jairo Alna.
Duração: 50 minutos.
FAZENDO PARTE DA PROGRAMAÇÃO DA CALOURADA DE ARTES CÊNICAS.
domingo, 4 de setembro de 2011
O sonho era assim.
Pessoas conhecidas em um cenário com vários portões , aquele tempo que não me lembrava nada. Você na minha frente, distante atravessando os portais. Por minutos nos encontramos e nada importa a não ser o instante segurando tua mão. Me lembro de repente que eu queria lhe perguntar coisas. Você me diz que sonhou um sonho que eu pensava ser só meu, descobri que estivemos no mesmo lugar em tempos diferentes, que dividíamos nossos sonhos. Acordo no meio disso tudo, fecho os olhos e volto ao lugar de antes. Quando te encontro novamente meu peito parece querer explodir, uma outra mulher te toma pela mão, eu confio, deixo , vejo você indo . Nesse instante minhas perguntas pulsão “não dá mais pra esperar tenho que saber”e quando decido então perguntar tudo adormece em volta, te procuro e lá está você sentada sobre uma cadeira branca, apagada, já não posso ver seus olhos. Acordo pela ultima vez, desejo voltar mas, meu sono acaba. O portão para aquele lugar se fecha, hoje descubro que pelo menos por enquanto não posso mais te acordar.
sábado, 9 de julho de 2011
Azar e sorte .
). Antônio vai pra uma festa agropecuária enche o rabo de cerveja e resolve bancar o Schumacher em plena rodovia, nossa que azarado, o caminhão pegou ele de cheio só porque resolveu brincar de dirigir na contramão. Azar porra nenhuma o cara pede, pede não implora pra morrer, “Ei alguém ai no céu, será que dá pra me levar logo, eu vou fazer uma puta cagada que é pra morrer direito”. Os caras tem a cara de pau de por a culpa no azar, quem é o azar? Ninguém! Exatamente, os caras criam um negócio que não dá pra culpar, um negócio que sequer é palpável.
( trecho do solo "Apesar dos Erros do mundo em : Um pouco de tudo Direção Geral: Luana Crempe Direção Musical : Everton José Dramaturgia e Atuação: Leonardo Oliveira )
( trecho do solo "Apesar dos Erros do mundo em : Um pouco de tudo Direção Geral: Luana Crempe Direção Musical : Everton José Dramaturgia e Atuação: Leonardo Oliveira )
terça-feira, 5 de julho de 2011
O cara e a moça.
O cara estava lá com cara de pastel olhando a moça na loja da frente. O cara era o carinha que entrega pacote para as duas lojas, por azar o trabalho estava mais pesado do outro lado da rua. A moça não era vendedora, nem faxineira, nem ninguém que não conseguisse gastar uma tarde toda experimentando uma calça numero 38. O moleque ralava pra caramba, sobe e desce na moto levando coisa, desce e sobe da escada colocando caixa. Quase caiu do oitavo degrau ao ver a moça se abaixar para dobrar a barra, não era tão alta nem tão gorda, tinha corpo gostoso de se ver, apreciar até babar na camiseta suja de poeira. Rezava o carinha pra aquele bom corpo precisar também de um bom calçado para a noite que estava chegando. Só ficaria mais feliz se fosse mandado pro outro lado da rua, ficaria contente pra caramba se ela pedisse opinião "como ficou na bunda moço?" . O telefone toca, "é mal sinal, vou ter que sair ", pensa o moço. Seu anjo da guarda resolveu dar uma ajudinha, a moça tinha acabado as compras precisava de ajuda até o carro. Ela sorri ele por fora retribui, por dentro faz carnaval, solta foguete dá pulinhos e cambalhotas. "Me ajuda moço, tá pesado!" Se ela pedisse um beijo no dedinho do pé ele iria lamber. Além de tudo a mulher era gentil cacete, nem pra ser estupida. Chega no carro, ela abre o porta mala e se abaixa, tá tudo ali na sua frente, basta tocar , ele quer muito, não vê mais nada na no horizonte, ela olha para o vidro e percebe, se vira para traz e sorri "coloca a sacola moleque, depois se quiser te dou uma boa gorjeta" foi o que ele queria ter ouvido, "obrigado" foi só isso que ela disse. E afinal o cara voltou a ser o carinha, a moça foi pra noite com suas calças e tudo aquilo que tampava a visão do moleque.
(L.O.F)
(L.O.F)
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